segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Palestra "Eutonia uma pedagogia da consciência do corpo"



“Eutonia uma pedagogia da consciência do corpo”

A pedagogia da Eutonia através de um contato mais profundo com o próprio corpo propõe um despertar do ser observador e criativo latente em cada um de nós. Possibilita que o aluno vivencie experiências que ampliam a consciência do corpo, suas possibilidades e limites. Essas experiências geram um processo dinâmico e contínuo de transformação. Nesse processo o aluno pode rever hábitos nocivos e promover um restabelecimento da sua ordem pessoal.
Desenvolve a atenção, a concentração e um estado de presença que permite vivenciar plenamente o momento presente, regulando e graduando a organização do tempo e do ritmo natural.
Nas aulas nunca se define um padrão de movimento como ideal, mas sim a possibilidade do aluno reconhecer a sua individualidade e fortalecer a sua identidade A sua forma de pensar, agir, respirar e consequentemente a sua postura perante os acontecimentos externos.
“O aprendizado se constrói a partir da experimentação. O saber ganha significado através do que é vivenciado. O aluno é estimulado a pesquisar, experimentar e criar, participando ativamente do seu processo de ressignificação do próprio corpo”(Mª Thereza Bortolo – eutonista/SP)
A proposta é criar um método de trabalho que gere a possibilidade do aluno aprender a se perceber e se autorregular, a encontrar a sua unidade psicossomática. Consequentemente desenvolver a sua autonomia, a sua compreensão e apropriação do seu bem estar.
Para dar aulas de Eutonia é necessário fazer a formação e vivenciar todo o processo pedagógico e terapêutico. Além de todo o conhecimento teórico, é imprescindível a experiência prática.

“Feliz daquele que aprende o que ensina” (Cora Coralina)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Virada Cultural Caiçara





Celebrando a Cultura Caiçara


Confirmada para 06 e 07 de novembro, a I Virada Caiçara contará com mais de 50 artistas do Litoral Paulista e região do Grande ABC, envolvendo São Vicente, Santos, Praia Grande, Cubatão, Cananéia, Ubatuba e Paraty (RJ), além dos convidados de São Paulo, Diadema, Santo André e Mauá.



Com uma programação de 24 horas, que começará as 17 horas no Sábado (06/11), incluindo música, teatro, cinema, dança, circo, literatura e artes visuais, a Virada acontecerá na Praia da Biquinha, Praça Tom Jobim, Museu da Imagem e do Som (Cine 3D), Casa Martim Afonso e Parque Cultural Vila de São Vicente.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Palestra sobre Eutonia: "Verticalização Corporal"




“Transporte”:
O uso consciente da força antigravitacional


Na prática da Eutonia propõe-se um melhor diálogo entre o espaço interno e o externo, inclusive entre o organismo na sua totalidade se relacionando com as forças da natureza.

Duas forças em especial são trabalhadas:
-A força peso: As partes e o todo do corpo têm um peso que se organiza no espaço, a tomada de consciência dessa força nos possibilita um melhor enraizamento, uma melhor distribuição desse peso e consequentemente uma melhor organização do movimento e da postura.
-A força gravitacional: É a força de atração que os corpos exercem sobre si. Na física diz-se da atração que puxa nossos corpos na direção do centro da Terra. Para nos organizarmos verticalmente na posição sentada e na posição em pé, precisamos agir em oposição a essa força.

Gerda Alexander (Gainza 1983) define:
O conceito de transporte está vinculado ao reflexo antigravitacional, na postura e nos movimentos. Chamamos de transporte a utilização consciente do reflexo postural ou reflexo de endireitamento, para distingui-lo do reflexo inconsciente (p.89).

A partir da consciência dos ossos, trabalhos a transmissão dessas forças que organizam a postura dinâmica. Lembrando sempre que na pedagogia da Eutonia nunca se define um modelo único ou ideal de postura. Mas sim numa melhor capacidade de adequação de cada indivíduo, respeitando a sua estrutura psicofísica, sua história pessoal e seu estilo de vida.

sábado, 25 de setembro de 2010

Eutonia aplicada a sensibilização musical




“A Eutonia aplicada à Sensibilização Musical” é um projeto de caráter experimental, cuja principal base é a eutonia e a música. Estimula a criatividade individual e de grupo através da pesquisa, da consciência corporal, da exploração musical, e da improvisação, visando o trabalho criativo e autoral, valorizando assim a identidade cultural.















quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Aula Aberta de Gyrokinesis




30/09 (quintq-feira) 19:30h - inscrição pelo fone: (13)32273790
Espaço de Consciência Corporal Célia Faustino
Rua Oswaldo Cóchrane 71 sala 34 - Santos/SP

Com Jadiel Alves, bailarino, coreógrafo, com especialização em estudos contemporâneos pela UFBA, formado pela Fundação Educacional Juliu Horvath, Pensilvânia, EUA.
Gyrokinesis são exercícios que enfatizam o sinergismo do movimento com a respiração, criando um fluxo energético que atinge não só a musculatura e articulações, mas também orgãos internos do corpo. Essa movimentação gera o aumento de espaço e da mobilidade articular e o alinhamento da estrutura óssea, levando a um melhor e total equilíbrio. Método conhecido como The Essencial of Body Kinectis TM, criado por Juliu Horvath.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Palestra sobre Eutonia "Consciência óssea: estrutura e força"




“Consciência óssea: estrutura e força”

23/09 (quinta-feira) 20:00h - entrada gratuita
Biblioteca Mário Faria - Posto 6 - Orla da praia - Santos/SP


A consciência óssea, isto é, trabalhar o movimento a partir do conhecimento da estrutura esquelética, em vez de utilizar exclusivamente a força muscular, proporciona ao indivíduo uma maior economia de esforço.
A consciência dos ossos implica, além do conhecimento teórico, sua experiência prática. Isso significa poder chegar a perceber sua forma, seu tamanho, sua direção no espaço e seu melhor uso articular.
A organização do corpo a partir dos ossos desenvolve uma maior percepção do uso da musculatura esquelética, a musculatura que orienta e organiza a postura; e libera a musculatura dinâmica, a musculatura responsável pela ação dos movimentos.
Com essas vivências percebemos que essa consciência dos ossos produz um efeito regulador do tônus de todos os músculos que estão em relação direta com os ossos realmente sentidos e trabalhados.
O desenvolvimento da consciência óssea e do equilíbrio tônico muscular é uma preparação de grande importância para se diminuir as tensões físicas e emocionais profundas.
Consequentemente o aluno a partir desse conhecimento vivenciado, desenvolve a partir da sua própria estrutura, uma maior segurança interna. A partir dessa aproximação da realidade da organização do próprio corpo, a respiração, a circulação e a postura melhoram consideravelmente.
O aluno pode então, viver a experiência da força vital mais profunda e encontrar no seu próprio organismo a resposta para o seu bem estar.

“O sistema ósseo, cuja eficácia está contida na beleza de suas formas, tem em si todas as possibilidades do movimento.”
Gerda Alexander no livro “Eutonia: um caminho para a percepção corporal”

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

I Mostra de Arte Contemporânea Caiçara - Casa da Frontaria Azulejada


Caiçaras celebram a cultura

Em 28 de agosto, artistas de várias áreas se reúnem na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico de Santos

Músicos e compositores, coreógrafos e dançarinos, artistas plásticos, fotógrafos, escritores, intelectuais e representantes de diversas expressões culturais do litoral paulista se reúnem no final de agosto, em Santos, na I Mostra de Arte Contemporânea Caiçara, que acontece no dia 28, sábado, a partir das 14 horas, na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico.

O objetivo da Mostra é celebrar a arte por meio do encontro entre manifestações tradicionais e obras mais ligadas à vanguarda, bem como fortalecer a produção artística local na busca de expressão universal. A idéia é apresentar ao público em um só local uma série de produções artísticas e reflexões sobre a arte produzida na região e sua relação com a identidade local.

“Queremos resgatar nossas tradições e misturá-las ao contemporâneo, estimular a pesquisa e a criação artística, a produção, o intercâmbio e a difusão cultural, conectar a expressão artística regional à global e oferecer ao público uma intervenção entre música, dança, teatro, literatura, circo e artes visuais em evento de improvisação coletiva”, afirma Márcio Barreto, do Percutindo Mundos, grupo de música caiçara contemporânea, e curador da mostra.

A programação começa com uma atividade para crianças e adolescentes, simultaneamente às exposições visuais: “Olhares Marítimos” reúne fotografias de Biga Appes, Adilson Félix, Márcio Barreto e Christina Amorim. Estarão na mostra as esculturas “Aluminarte”, de Anak Albuquerque e Giovane Nazareth e também os trabalhos de Chico Melo (Ateliê 44) e Cris Oliveira com suas esculturas em areia, “ A Incrível Arte do Equilíbrio”, de Galeno Malfatti, e “Arte DuLixo”, de Tubarão, mais a gravura “Valongo”, de Fabrício Lopez, “Cores”, arte visual de Maurício Adinolfi com Luciana Ramim e Gabriel Netto, “Retratos” da artista gráfica Nice Lopes, os cartazes do Coletivo Action, com a série “Supremacia Caiçara” e o grafite de Valério da Luz.

Das artes cênicas e circenses, o evento apresentará “Ciranda Caiçara”, projeto que une arte e meio ambiente, “Pagu Mulher” com o grupo Gaia´thos e Escola Livre de Circo da Oficina Regional Cultural Pagu, a atriz Christy-Ane Amici (“Atro Coração”) e a Trupe Olho da Rua. Depois se apresentam o Projeto Guri, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, e o Centro Educacional e Recreativo (CER) da Secretaria de Cultura de São Vicente.

Para refletir sobre a identidade da região, o jornalista Alessandro Atanes, mestre em História Social, faz a miniconferência “Caiçara, Portuário, Oceânico”, com inserção de canções do projeto “Rota Literária”, sobre como a arte e a literatura mostram a região.

Às 18 horas, começa uma nova série de apresentações: Meire Berti e o Coral Fosfértil Baixada Santista apresentam “Indianismos”, a dançarina e coreógrafa Célia Faustino mostra a coreografia “Repetição e/ou Transformação”; outras coreografias são de Rita Nascimento, “Palavras ao Mar”, e de Kiusam de Oliveira, “Afrodescendência”.

Entre os escritores, Flávio Viegas Amoreira apresenta trechos de “Escorbuto” e José Geraldo Neres lê “Outros Silêncios”, além de Ademir Demarchi, editor da revista Babel, Jap Krichinak do Museu de Arte Popular de Diadema, Lucas Carrasco e Marcelo Ariel, que acaba de lançar o livro de poesia “Conversas com Emily Dickinson”.

Com participação do compositor Gilberto Mendes, as atrações musicais reúnem Zéllus Machado e Trio Kaanoa (música caiçara), o pianista Tarso Ramos, a compositora Carla Fá, Percutindo Mundos - O Universo em Movimento, com sua Música Caiçara Contemporânea, Mirianês Zabot e o grupo Sidarta com Rogério Baraquet.

Às 21h30, para encerrar a Mostra, artistas e público interagem em uma intervenção multimídia, reunindo música, teatro, dança, literatura e artes visuais criando uma obra coletiva.

O curador Márcio Barreto explica a iniciativa de reunir vários artistas em um só evento: “A I Mostra de Arte Contemporânea Caiçara justifica-se pela necessidade de promover reflexões e debates sobre identidades culturais e sua importância para o cenário mundial, assim como assegurar e difundir o rico patrimônio artístico caiçara e sua relação com o global”.

Realização:
Márcio Barreto (Instituto Ocanoa/Projeto Canoa – São Vicente / Brasil).

Apoio

Marta Molina (Artefacto Cultural – Barcelona /Espanha).
Natalia Freire (Instituto CAE – Santos /Brasil).
Secretaria de Cultura de Santos,
Secretaria de Cultura de São Vicente,
Fundação Arquivo e Memória de Santos,
Oficina Cultural Regional Pagu,
Instituto CAE - Vozes da Senzala,
Instituto de Pesca de Santos, Instituto Artefato Cultural,
Instituto Camará - Ponto de Cultura (São Vicente / SP,
Revista Pausa.



Divulgação:
Alessandro Atanes e Márcia Costa (Revista Pausa e Instituto Artefato Cultural)